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“Há que dar mais opções de escolha ao agricultor”

Apesar de Portugal não ser “um país onde o risotto tenha grande tradição”, Victor Rouxinol defende a estratégia de alargamento do leque de opções para além dos mais convencionais “agulhas e carolinos”. “Começa a haver “espaço de manobra” para outras famílias, com o intuito inclusivamente de algum benefício em termos financeiros para o agricultor, porque olhando ao que se passa no mercado italiano, estas são variedades mais valorizadas”. Quanto à Tecnorisi, e apesar da sua juventude, o seu administrador acredita que atingiu já um determinado patamar que está a exceder as primeiras expectativas, “embora tal fique a dever-se à boa qualidade do produto, por isso o objetivo futuro é trabalhar cada vez mais e oferecer soluções topo de gama”.
Nessa linha de pensamento, já no próximo ano a empresa vai disponibilizar uma variedade de carolino totalmente vítreo “PRESTO”. Mas não se fica por aqui, a investigação constante está a produzir “upgrades” nas variedades já conhecidas e há outras novas em desenvolvimento. Em termos de características estamos a falar de variedades resistentes à acama e com rusticidade às doenças, mas já com palha mais alta, com uma forma de planta diferente, tudo no intuito de conduzir a mais altas produtividades, “além da qualidade já de si provada”.
 
in Voz do Campo
LUGANO